segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Cartas Na Gaveta
Revirando minha gaveta bagunçada
Encontrei os poemas que você fez pra mim
Poemas bem dobradas em forma de cartas
Relembrei de um tempo
Que não parecia ter fim
Sei, que todo amor que se parte
Vai, mas sempre deixa uma sombra de seu vestijo
Talvez não pra ser eterno
Mas para que jamais seja esquecido
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ele Sabe Bem O Que Quer.
Ele me chama de mansinho,
Com a voz e a cara de quem clama carinho e cafuné
Com a mente, mãos e bocas cheias de desejo e cachaça
Ele sabe bem o que quer
Segura delicadamente minhas mãos
Como se fossem as pedirem em casamento
Entrelaça meus braços em seu pescoço...
Ah, esse moço...
Como mexe com meu corpo, alma e pensamento
Me faço de dura
Mas ele me força a ficar
Me diz que aqui é o lugar
E que não há motivos pra fugir
E como um vapor,
Me sopra palavras quentes ao pé do ouvido
Me prende colado em seu corpo com firmeza
Mas com a clareza, de que posso sair
Mas como se eu pudesse
Não porque me seguras com força bruta
Mas porque me beijas,
Me atiça, me morde e me cheira
Como se eu fosse dele
Como se fosse fácil,
Descobrir meus pontos mais frágeis e ardentes
Me crava os dentes
Me respira fundo e com vontade
Então me derreto toda
Mas ele ainda me deixa de pé
E sem mais porque ele para
Me olha com os olhos de bandido
Me rouba o senso e o sentido...
Ah, ele sabe bem o que quer
Parabéns, Benzinho
Parabéns, benzinho
Parece que enfim,
Você encontrou alguém assim
Pra você chamar de seu
Que não te levanta a voz
Quando você insiste nesse medo
Que no teu sonho,
Você viu que a vida dói
Parabéns, benzinho
Pelo teu escravo calado
Não rir, nem chora
Apenas vai pro tronco
Quando é solicitado
Parabéns,
Pela tua nova vida
Pelo teu amor sob medida
Por esse cara que agora você ama
Que não fuma, nem bebe
Apenas obedece, o que você manda
Um verdadeiro cão adestrado
Que não morde, nem ladra
Só abana o rabo quando é chamado
Que sempre te dar razão
Mesmo com teus erros gritantes
Os defeitos correndo pelas mãos
Parabéns, benzinho
Pela sua troca gênial
Desistiu de uma vida louca e incerta
Pra levar uma normal
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pedro Rodrigues.
Queria dizer como você é, o jeito como trata as pessoas...
Mas não encontrei palavras muito boas.
Não sei como dizer, até por falta de conhecer.
Divertido, bohemio, encantador
Mas joga mal que é um horror.
Amante de boas músicas e sabe como ninguém agradar alguém.
Não sou boa de rimas e nem de poemas,
mas vou tentando agradar pelo menos as emas.
Um homem que acredita no amor
mas que acaba de conhecer o lado da dor.
Mas fique tranquilo,
porque estarei aqui se precisar de um abrigo.
Seja pra entregar meu ombro,
ou pra encher um copo...
Eu vou tentando te ajudar, pra me aproximar
desse homem que um dia ainda vai se apaixonar.
Mas não encontrei palavras muito boas.
Não sei como dizer, até por falta de conhecer.
Divertido, bohemio, encantador
Mas joga mal que é um horror.
Amante de boas músicas e sabe como ninguém agradar alguém.
Não sou boa de rimas e nem de poemas,
mas vou tentando agradar pelo menos as emas.
Um homem que acredita no amor
mas que acaba de conhecer o lado da dor.
Mas fique tranquilo,
porque estarei aqui se precisar de um abrigo.
Seja pra entregar meu ombro,
ou pra encher um copo...
Eu vou tentando te ajudar, pra me aproximar
desse homem que um dia ainda vai se apaixonar.
Jéssica Loureiro fez pra mim *--* http://borboletafluorescente.blogspot.com/2011/07/pedro-rodrigues.html
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Cadê?
Dei-me a liberdade
De que tanto precisava
Libertei-me de tudo e todos
Principalmente de você,
Que não me amava
De segunda à segunda,
Sou livre, sou mulher
E não mais menina
Deixei de ficar acanhada, encolhida
Hoje tenho asas e voo pra onde bem quiser
Fim de semana chegando,
Dia lindo de sol
Mas meus amigos, cadê?
Eu fico aqui pensando
Que quando você me perdeu
Eu também perdi você
Me dói lembrar
Que eu não te tenho mais ao meu lado
Nem teu sorriso tímido
Sua mão boba
Seu abraço apertado
Por onde andas agora?
Com quem se deita?
Será que ainda lembra de mim?
Ou será que já me esqueceu?
Pra quem será que entrega esse amor?
Que um dia foi meu
De que tanto precisava
Libertei-me de tudo e todos
Principalmente de você,
Que não me amava
De segunda à segunda,
Sou livre, sou mulher
E não mais menina
Deixei de ficar acanhada, encolhida
Hoje tenho asas e voo pra onde bem quiser
Fim de semana chegando,
Dia lindo de sol
Mas meus amigos, cadê?
Eu fico aqui pensando
Que quando você me perdeu
Eu também perdi você
Me dói lembrar
Que eu não te tenho mais ao meu lado
Nem teu sorriso tímido
Sua mão boba
Seu abraço apertado
Por onde andas agora?
Com quem se deita?
Será que ainda lembra de mim?
Ou será que já me esqueceu?
Pra quem será que entrega esse amor?
Que um dia foi meu
Portas e Janelas
Hoje me sinto mais leve
Até posso voar com a brisa
Foi bom, mas acabou
Mas você jamais será esquecida
Estou de volta aos bares
Aos mares e amigos
À vida
Deixo aqui minhas memórias
Minha saudade
E a esperança de um dia quem sabe...
Voltarmos a viver
E quando a dor te apertar no peito
Não fique sem jeito
Você sabe a quem procurar
Viva em paz, feliz e sem pressa
Mas deixe as portas e janelas abertas
Pro dia em que eu voltar
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Planetas
Procurei por tanto tempo
Por tanto tempo procurei
Os planetas mais distantes visitei
E não achei ninguém
Com seu toque,
Com seu jeito,
Com seu beijo de nuvens brancas
E o que mais me espanta
Foi o tempo que eu fugi
Por achar que era mentira
Por achar que não existia
Um amor igual ao teu
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Thais
Esse homem me diz as mentiras
Que dar pra levar
Me diz as verdades
Que eu gosto de ouvir
Me fala umas bobagens
Que eu amo escutar
Mas esse homem não é o único
Que me tira da cama e me faz o café
E no fim de semana
Me leva pros lugares
Me enche de jóias
E me faz mulher
Mas esses homens não sabem
Que meu coração não bate
E quando bate, me faz sangrar
De tanto ódio, de tanto raiva...
De tanto amar
domingo, 24 de abril de 2011
Homem Da Noite
Homem da noite
A procura de preza
Homem da noite
Não quer saber de beleza
De manhã eu acordo
E vejo um rosto desconhecido
Por um dia eu sou o pai do teu filho
Mas logo volto para o meu esconderijo
Eu sou o homem da noite
A procura de preza
Homem da noite
Não quer saber de beleza
Cada madrugada
È um misterio desvendado
Eu quero todas...
Que por naturezas sejam castrados
Eu entrei nesse mundo só para satisfazer desejos
Vou muito mais do que um simples beijo
Eu vivo sozinho porque é um jeito de não conviver com a dor
Eu quero tudo
Eu quero todas
Eu quero paz
Eu quero amar
E quero amor
Se brinquei com seu coração
Me desculpe, essa não foi a intenção
Mas você tem que entender
Que eu sou um homem da noite
E não quero mais nada além de prazer e emoção
OBS. Não gostei desse texto, coloquei por colocar.
A procura de preza
Homem da noite
Não quer saber de beleza
De manhã eu acordo
E vejo um rosto desconhecido
Por um dia eu sou o pai do teu filho
Mas logo volto para o meu esconderijo
Eu sou o homem da noite
A procura de preza
Homem da noite
Não quer saber de beleza
Cada madrugada
È um misterio desvendado
Eu quero todas...
Que por naturezas sejam castrados
Eu entrei nesse mundo só para satisfazer desejos
Vou muito mais do que um simples beijo
Eu vivo sozinho porque é um jeito de não conviver com a dor
Eu quero tudo
Eu quero todas
Eu quero paz
Eu quero amar
E quero amor
Se brinquei com seu coração
Me desculpe, essa não foi a intenção
Mas você tem que entender
Que eu sou um homem da noite
E não quero mais nada além de prazer e emoção
OBS. Não gostei desse texto, coloquei por colocar.
Um dia
Tenho-lhe quando quero
E quando quero você esta
Não queria te fazer sofrer
Queria te fazer ao meu lado
Mas ao meu lado é difícil ficar
Desculpe,
Mas o que eu sinto por você é incerto
Às vezes te amo
Mas o vazio no meu peito
Não é preenchido com esse amor
Meu coração, tão inconstante
Não possui lugar para nós dois
Nem pra ninguém
Mas quem sabe um dia
Eu volto a ter um sentimento por ti
Mas sei que um dia
Não vou me perdoar
Em ao te olhar
Em ver o que perdi
E quando quero você esta
Não queria te fazer sofrer
Queria te fazer ao meu lado
Mas ao meu lado é difícil ficar
Desculpe,
Mas o que eu sinto por você é incerto
Às vezes te amo
Mas o vazio no meu peito
Não é preenchido com esse amor
Meu coração, tão inconstante
Não possui lugar para nós dois
Nem pra ninguém
Mas quem sabe um dia
Eu volto a ter um sentimento por ti
Mas sei que um dia
Não vou me perdoar
Em ao te olhar
Em ver o que perdi
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Obrigado, Juliana.
Quando precisar de alguém
pra desabafar
Quando precisar de alguém
estarei por lá
Quando precisar
de uma amizade verdadeira
que perdure a vida inteira
é só me chamar.
Juliana Barboza fez pra mim. *-*
pra desabafar
Quando precisar de alguém
estarei por lá
Quando precisar
de uma amizade verdadeira
que perdure a vida inteira
é só me chamar.
Juliana Barboza fez pra mim. *-*
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Jéssica
Meu amor, meu anjo
Estou lhe esperando
Pr'um futuro melhor
O tempo passa,
Como tudo ao meu lado
Mas essa saudade,
Bendita saudade que me prende ao passado
Que me prende à você
Mas eu resisto a lembrança
Essa lembrança, que me aparece do nada
E até faz parar o tempo
E eu fico assim, Com os olhos de menina
Cheio de esperança
Esperando você chegar a qualquer momento
Meu amor, meu anjo
Só lhe peço um favor
Não se contamine com meu medo
Meu pior pesadelo é sofrer
Sofrer, não por te esperar
Mas sim, que para sempre possa te perder
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Caminho
Fui, parti
Pro mundo la fora
Procurando paz
Joguei, perdi
Mas agora não é hora
De olhar para trás
O azar eu ganhei
Num jogo de sorte
Onde meu passos me encaminhavam
Entre a vida e a morte
Já não sou mais menina
Pra saber da vida
Para desvendar segredos
Já não sou mais criança
Para ter tanta esperança
Pra enfrentar meus medos
domingo, 2 de janeiro de 2011
Trocados
Acorda as cinco da matina
Na guerrilha de todo seu trabalho
O braço é forte,
A fome é grande,
E no jogo tu és carta do meu baralho
Meu coringa,
Meu fantoche,
No meu jogo de manipulação
Tome uns trocados perdidos no meu bolso
Pra dar corda em meu pião
Eu te laço e te giro como quero
E acredito que nunca vai parar
Pois ainda tenho uns trocados perdidos no bolso
Ainda tenho esmola pra te dar
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Nostalgia
Fomos deixados para trás
Largados no tempo,
Ou fomos nós,
Que apenas demos um passo a mais
Dias que pareciam ontem
Já somam quase uma eternidade
O que antes éramos um bando
Hoje o que nos faz companhia,
São as lembranças individuas e a saudade
Do que já foi,
Do que sempre serão amigos,
Uma família
Nostalgia tão presente em mim quanto eu
Mas se puxarmos de nossas pobres lembranças virtuais
Lembraremos que partimos,
Pra nunca dizermos adeus.
sábado, 20 de novembro de 2010
Tempo
Tempo, levai minha magoa
Para se diluir nas águas agitadas
Desses oceanos e mares
Me ensina a perdoar
A quem realmente merece meu perdão
Livrai meu coração de todo vestígio de rancor
Que possa haver em mim
Faça seu trabalho, poderoso Tempo
Não quero que me tire esse dia do meu pensamento
Só extinta o que me faz doer em ao pensar
Mas por favor, vagaroso Tempo
Vê se não vai demorar
Sei, que mesmo que o senhor tente correr
E nos ajude
Nada será como antes
Pois mesmo que eu vá para seu céu,
Generoso Tempo
E a paz com ela o senhor me oferece
Sei que não vai ser o mesmo
Pois quem já esteve no inferno,
Jamais esquece.
Pele nua
Quando o vento quente do deserto
Soprou em meu rosto
Vi você, minha linda ilusão
Que desenhavas na areia
As singelas curvas da tua pele nua
Que disparou até meu vago coração
Tanto tempo a procura desta miragem
A mais bonita paisagem
Que ha de ter
Ainda mais quando o sol se perpétua
Sobre a tua pele nua
Com a luz do amanhecer
Até meu coração vermelho
Vou sair pra ver o sol
Já estou cansado de você
Não é me controlando assim
Que você vai melhor, me entender
Vou sair pra ver a lua
Vou descobrir de onde vem
E para onde vai
Mas até os astros e as estrelas já me dizem
Que com você meu bem,
Eu não sou capaz
Não sei bem se foi você
Ou fui eu que matei o nosso amor
A alegria de volta,
Vivíamos esperando, esperando...
E até meu coração vermelho
De tão cansado,
Hoje bate preto e branco
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Mesmo com o fim
No teu adeus,
A certeza da tristeza vindo átona
Fazendo morada em meu corpo
Transformando meus gritos e acusações
Em silêncio e lágrimas
Meu interior então desaba
Quando vejo teus passos arrastados
Tomando distância aos poucos
Indo em direção ao portão
Em teu rosto,
Nenhum sinal de culpa
Nada, nada...
Nada dizia teu olhar tão vazio
E nem decifrar teus suspiros, eu conseguia
Mas nem precisava,
Pois já estava claro
O que estava acontecendo
Mas sentindo tua alma,
Agora bem mais calma e leve com o fim
Evito te frustrar
Com toda dor e magoa que possa abrigar em mim
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Conselho
Você não era assim
Esse tipo de mulher
Que os homens te usam,
Te largam,
Te tratam como quer
Você se tornou tão fácil ao meu ver
Que me enojou
Mesmo tendo esses lindos olhos de menina
Não engaste mais os olhares maldosos
Que hoje te olham com segundas intenções
Você fez isso
Você quis assim
Dei-se de presente
Por esporte
Sem amor
Sem carinho
Mas lute,
Ainda ha tempo de mudar nossas mentes doentias, insanas
Não acredite em qualquer um
Fique com pé atrás quem diz que te ama
Não é que eu queira te ver sozinha,
Assim sem ninguém
Mas apenas repare com quem andas
E quem realmente quer teu bem
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